15 de abr de 2008

palimpsesto VIII

"- Sou eu então - dirá ele - que mantenho, nessa detestável morada, meu semelhante, talvez meu igual, meu concidadão, um homem enfim!? Sou eu que todos os dias o agrilhôo, que fecho sobre ele essas odiosas portas!? Talvez o desespero se haja apoderado da sua alma; lança aos céus o meu nome, de envolta com maldições; e sem dúvida atesta contra mim o grande Juiz que nos observa e que nos deve julgar a ambos."

voltaire, o homem de quarenta escudos, trad. mário quintana
(que a ed. nova cultural dizia ser de roberto domênico proença)

veja também a matéria de marcos strecker, folha de s.paulo
http://recantodaspalavras.wordpress.com/2007/12/15/novo-caso-de-plagio-em-traducao/#comment-159

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